Em 2005, a Eurofarma construiu seu Laboratório de Biotecnologia, na Unidade Interlagos, em São Paulo, com início das atividades no ano seguinte. 

Em 2007, a companhia produziu quatro lotes piloto do primeiro remédio biotecnológico, a Filgrastima, para tratamento de pacientes com câncer. Nesta fase foram executadas todas as etapas científicas, desde o desenvolvimento do clone até a metodologia analítica. Sua produção é bastante complexa, uma vez que envolve a modificação de DNA de um organismo vivo, necessitando de processos completamente distintos aos de um produto sintético.

O Fiprima® (filgrastima) chegou ao mercado em 2016, indicado para induzir o aumento de células de defesa do organismo em portadores de alguns tipos de câncer, como mama e leucemia, evitando o surgimento de doenças infecciosas oportunistas. O envelhecimento da população está gerando uma aumento na incidência de doenças como Câncer e Alzheimer, e o uso de medicamentos biológicos para combater essas patologias é uma tendência mundial.

imagem-unidade-interlagosAlém de atender o mercado privado, a Eurofarma tem em andamento um acordo com o Instituto Bio-Manguinhos/Fiocruz, via Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), para fornecer o medicamento ao mercado público, mediante transferência de tecnologia.