O compromisso e a busca por inovação norteiam marcos importantes na trajetória da Eurofarma, como o lançamento do primeiro produto genérico de uso oncológico no país, no início dos anos 2000 e, pouco tempo depois, de genéricos contraceptivos orais e injetáveis, à frente da concorrência. Em 2015, a empresa desenvolveu e obteve o registro do primeiro medicamento biossimilar da América Latina, o Fiprima® (filgrastim), com início da comercialização em 2016. Em todo o mundo existem apenas 20 biossimilares, sendo 19 na Europa e 1 nos Estados Unidos.

Toda a tecnologia aplicada ao produto foi desenvolvida internamente, um marco para a indústria farmacêutica nacional. A Eurofarma investiu mais de R$ 25 milhões no desenvolvimento do Fiprima®, medicamento biotecnológico utilizado para induzir o aumento de células de defesa do organismo em portadores de alguns tipos de câncer, como mama e leucemia, evitando o surgimento de doenças infecciosas oportunistas.

A Eurofarma busca fortalecer os alicerces para seguir com o pioneirismo, e a companhia tem clara sua meta: ter sua primeira molécula nova em 2025. Para ajudar neste caminho criou, em 2015, o Núcleo de Inovação Radical, com a contratação de renomados cientistas.

Em 2015 a empresa investiu 5,3% da receita líquida de suas vendas em Pesquisa & Desenvolvimento, somando R$ 132 milhões.  Atualmente, a companhia tem cerca de 150 produtos em pipeline, entre cópias, inovação incremental e radical. A Eurofarma é a farmacêutica com maior número de registros na Anvisa (29 apenas em 2015) e com o mais baixo índice de indeferimentos. Autoridades sanitárias de 17 países recebem 331 pedidos de registros de medicamentos em 2015, com 153 aprovações no período.