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RDC
RDC nº 33
Ressaltamos que as exigências estabelecidas pelo Regulamento Técnico - RDC n.º 33, de 25 de fevereiro de 2003 (D.O.U de 05/03/2003) não é aplicável para o segmento industrial farmacêutico.

Orientamos que os resíduos farmacêuticos são considerados pela RDC n.º 33 como sendo pertencentes ao “Grupo B” e as orientações da Eurofarma Laboratórios quanto ao manejo dos resíduos oriundos de nossos medicamentos são:

Segregação: Essa etapa do processo de gerenciamento de resíduos deve ser considerado com critérios específicos a fim de evitar a contaminação de resíduos não perigosos (recicláveis e orgânicos).

Acondicionamento: os resíduos sólidos devem ser acondicionados em sacos constituídos de material resistente a ruptura e vazamento, impermeável, respeitando os limites de peso de cada saco, sendo proibido o seu esvaziamento ou reaproveitamento.

Os sacos plásticos devem estar contidos em recipientes de material lavável, resistente à punctura, ruptura e vazamento, com tampa provida de sistema de abertura em contato manual, com cantos arredondados e ser resistente a tombamento.

Identificação: os resíduos do Grupo B devem ser identificados conforme simbologia estabelecida pela Norma NBR 7500.

Tratamento: recomendamos que os resíduos do Grupo B sejam destinados para incineração que é um processo de destruição térmica realizado sob alta temperatura - 900 a 1250 ºC com tempo de residência controlada - e utilizado para o tratamento de resíduos considerados como sendo “perigosos” de acordo com a classificação da NBR 10004.

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