Nos últimos anos, tem-se constatado um desbalanço nutricional em grande parte da população mundial. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), dois bilhões de pessoas sofrem com algum tipo de deficiência nutricional, problema chamado pela organização de ‘fome oculta’¹. Isso significa que todos esses indivíduos apresentam carência de pelo menos um nutriente vital, o que se trata de uma questão bastante séria, uma vez que os micronutrientes, como vitaminas e minerais, são importantes para o perfeito funcionamento do organismo.

As consequências causadas pela carência de minerais e vitaminas podem ser muitas, como ineficiência imunológica2,3, redução na atuação do sistema antioxidante endógeno4 e maior dificuldade de reparação celular em situações de estresse metabólico5. Os sintomas de uma pessoa que não está perfeitamente nutrida podem variar de cansaço físico frequente e dificuldade de concentração até perda de rendimento na execução de exercícios físicos antes executados normalmente6.

Um fator que tem grande influência na qualidade da nutrição é a absorção adequada dos micronutrientes pela mucosa intestinal6. As vitaminas e minerais orgânicos (como costumam ser encontrados nos alimentos), assim como os suplementos polivitamínicos, frequentemente precisam sofrer hidrólise prévia no aparelho digestivo para se tornarem biodisponíveis para absorção pela mucosa intestinal, podem ter sua absorção diminuída6. Ou seja, estes nutrientes não chegam ‘prontos’ no organismo: antes de realmente serem absorvidos, eles precisam ser ‘quebrados’, o que acaba reduzindo a quantidade que de fato poderá ser metabolizada pelo intestino. Na tentativa de garantir a quantidade mínima de nutrientes absorvidos, muitas vezes, a dose prescrita de determinados minerais é aumentada e, geralmente, pode causar desconforto gástrico, náuseas, constipação ou diarreia6.

É aí que entra a importância da tecnologia por trás dos minerais aminoácidos quelatados, que são produzidos com uma formulação nutricional de última geração7 e garantem uma estabilidade bioquímica que não interage com outros compostos 7, fazendo com que haja um sensível aumento em sua absorção, com doses relativamente menores quando comparado aos sais orgânicos dos mesmos minerais7.

O aproveitamento dos minerais quelatados pelo organismo é em média 20 vezes superior aos demais suplementos9. Além disso, os minerais quelatados são melhor tolerados pelo aparelho digestivo, gerando poucos ou nenhum efeito colateral6. Dessa forma, apresentam grande aderência do paciente à prescrição médica6.

E para se beneficiar de toda essa tecnologia, é importante escolher os suplementos vitamínicos compostos por minerais quelatados. O MAQ e o MAQ Sênior da Eurofarma são diferenciados por serem compostos pelos minerais quelatados da Albion – a única fabricante que comprova a estrutura de quelação de seus produtos, garantidos pelo Gold Medallion7,9. Através do método de análise TRAACS® 7,9 (The Real Amino Acid Chelates System, o real sistema de quelação do aminoácido), é utilizado o procedimento FT-IR, que identifica uma “impressão digital” única para cada molécula, garantindo que os minerais Albion sejam os verdadeiros aminoácidos quelatados7,10.

Fique atento: apesar da alimentação saudável e balanceada ser essencial para a manutenção da saúde e, às vezes o aporte nutricional de vitaminas e minerais pode não ser suficiente, e o suplemento vitamínico-mineral é necessário como um coadjuvante alimentar6. Consulte sempre o seu médico.

 


Fontes:
1. WHO – World Health Organization. WHO and FAO announce Second International Conference on Nutrition (ICN2). Disponível em: http://www.who.int/nutrition/topics/WHO_FAO_ICN2_videos_hiddenhunger/en/. Acesso em 21 de janeiro de 2019.
2. Kirk HJ, Heys SD. Immunonutrition. Br J Surg. 2003;90(12):1459-60.
3. Santora R, Kozar RA. Molecular mechanisms of pharmaconutrients. J Surg Res. 2010;161(2):288-94.
4. Sociedade Brasileira de Cardiologia. IV Diretriz Brasileira sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose. Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arq Bras Cardiol. 2007;88(Suppl. 1):1-19.
5. Frisard M, Ravussin E. Energy metabolism and oxidative stress: impact on the metabolic syndrome and the aging process. Endocrine. 2006;29(1):27-32.
6. Navarro, Roberto. Atualização científica; abril 2018.
7. Ashmead , HD. The pathways for absorption of an amino acid chelate. In: Ashmead, HD. Amino Acid Chelation in Human and Animal Nutrition. Boca Raton, Florida: CRC Press, 2012. 117-134.
8. Ashmead HD. Amino acid chelation in human and animal nutrition. Boca Raton, Florida: CRC Press; 2012. The pathways for absorption of an amino acid chelate; p. 117-34.
9. Gandia P, Bour D, Maurette JM, et al. A bioavailability study comparing two oral formulations containing zinc (Zn bisglycinate vs. Zn gluconate) after a single administration to twelve healthy female volunteers. Zinc Bioavailability from Zinc Bis-Glycinate. Int J Vitam Nutr Res 2007;77(4):243-8.
10. Folheto do produto.