A Eurofarma investe constantemente em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) com o objetivo de crescer no Brasil e no exterior, por meio da ampliação do seu portfólio e da oferta de produtos inovadores. A produção de medicamentos com qualidade compõe um dos pilares da missão da empresa. Em 2017, os investimentos em P&D totalizaram R$ 179 milhões e devem evoluir até atingir 15% das vendas líquidas em 2030. A Eurofarma tem cumprido seu papel entre as maiores empresas do mercado brasileiro, com solidez na América Latina.

A estratégia clínica para embasar os produtos desenvolvidos pela área de P&D é definida e conduzida pela área de Pesquisa Clínica da Eurofarma, que atua em conjunto com médicos pesquisadores reconhecidos nas suas especialidades. Além disso, a Pesquisa Clínica mobiliza grupos multidisciplinares para o delineamento de seus protocolos clínicos, com ensaios clínicos nas áreas terapêuticas de reumatologia, endocrinologia, infectologia e neurologia. Nos últimos 10 anos, a Eurofarma conduziu mais de 40 estudos clínicos de fases I, II e III, gerando dados para o registro de seus produtos. Dentre os mais recentes registros obtidos com base nos dados gerados pela área estão: Fiprima® (filgrastim), Lugano® (formoterol+fluticasona) e Perlatte® (lactase). Pelo menos outros 5 produtos já estão aprovados pela Anvisa embasados nos respectivos ensaios clínicos com tais produtos.

O desenvolvimento radical é foco da empresa para garantir sua perenidade, com investimento desde as primeiras etapas de descoberta de um novo composto, de forma que, após todos os testes pré-clínicos (in vitro e in vivo) e clínicos (seres humanos) serem realizados, medicamentos inovadores e promissores possam chegar à população.

A área de Pesquisa Clínica também trabalha para o desenvolvimento de medicamentos genéricos e similares (genéricos de marca), que correspondem a grande parte do portfólio de produtos. Para o registro de medicamentos genéricos e similares, a condução de estudos de Bioequivalência/Biodisponibilidade Relativa, em geral em voluntários sadios, é requerida para demonstrar a não existência de diferenças significativas entre a biodisponibilidade de um mesmo princípio ativo quando se compara dois produtos equivalentes farmacêuticos administrados na mesma dose e sob condições semelhantes segundo protocolo definido e aprovado para tal. Além da saúde humana, também é de responsabilidade da Pesquisa Clínica os estudos para comprovação de eficácia e segurança de produtos medicamentosos para o segmento animal de grande porte (principalmente bovinos) e de suinocultura, que também devem passar pela aprovação do Ministério da Agricultura e Pecuária para poderem ser comercializados.