O desequilíbrio nutricional é um problema que atualmente atinge bilhões de pessoas ao redor do mundo¹. No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que boa parte da população não ingere quantidades ideais de frutas, legumes e verduras e, ainda, aponta que o consumo de leguminosas vem caindo2, o que gera grande vulnerabilidade no que diz respeito a desbalanços nutricionais.

A falta de vitaminas e minerais, por sua vez, pode levar a problemas de saúde e doenças, já que estes micronutrientes são importantes para o perfeito funcionamento do organismo3.

Muitos são os fatores relacionados às deficiências nutricionais que, quando somados, aumentam sensivelmente as chances de desencadeá-las2. Entre eles, estão:

  • Redução progressiva do teor de nutrientes nos alimentos atuais, devido ao uso constante de aditivos químicos no preparo do solo pré-plantio, que interfere diretamente na absorção dos nutrientes da terra pelos vegetais4.
  • Alimentos com menores quantidades e qualidade nutricionais, devido à perda parcial de nutrientes dos alimentos durante o ultraprocessamento aos quais são submetidos pelas técnicas industriais5.
  • Diminuição da absorção de vitaminas e minerais pela mucosa intestinal, por conta da interação entre medicamentos de uso frequente6. Este processo é bastante comum em pessoas na terceira idade7 e pacientes pós-cirurgia bariátrica2, por exemplo.
  • Necessidades nutricionais específicas em determinados grupos populacionais, como crianças e adolescentes em fase de desenvolvimento, gestantes, nutrizes e idosos2.

Outro fator que merece destaque é a interferência dos próprios alimentos na biodisponibilidade (a quantidade de um micronutriente que realmente será absorvida pela corrente sanguínea após sua ingestão) dos micronutrientes no intestino, antes de serem absorvidos2. Isso porque determinados compostos presentes nos próprios alimentos, como fitatos, oxalatos, taninos, fibras, cafeína, entre outros, podem formar outros compostos insolúveis ao se conectarem com certos nutrientes, não sendo, assim, absorvidos pelo intestino2.

Muitas vezes, os minerais e vitaminas – tanto na forma orgânica (como são encontrados na natureza) quanto como suplementos – precisam primeiro passar por hidrólise no aparelho digestivo para se tornarem biodisponíveis para o absorvimento intestinal2. No caso das suplementações, para tentar garantir uma quantidade mínima de absorção, é comum que as doses prescritas sejam aumentadas, o que em geral causa desconforto gástrico, náuseas e alteração do funcionamento intestinal, como constipação ou diarreia2.

Nos esforços para garantir uma taxa de absorvimento maior dos nutrientes, a tecnologia entra como uma grande aliada. Através dela, temos a possibilidade de utilizar minerais em uma forma bioquímica melhor absorvida pela mucosa, em uma formulação nutricional de última geração8: são os minerais aminoácidos quelatados2. O modo quelatado de um mineral, em que este é complexado com aminoácidos específicos, assegura uma estabilidade bioquímica que não sofre interação com outros compostos2. Dessa maneira, o aumento em sua absorção é sensível9: em média, a quantidade de nutrientes de fato absorvidos é 20 vezes maior que a dos demais suplementos10. Além disso, os minerais quelatados são melhor tolerados pelo aparelho digestivo, causando poucos ou nenhum efeito colateral10, o que que evita que muitos pacientes não sigam as prescrições médicas2.

A única empresa fabricante de minerais quelatados que comprova a quelação de seus produtos é a Albion2,13. O método de análise, chamado TRAACS® 8,10 (The Real Amino Acid Chelates System, o real sistema de quelação do aminoácido) utiliza o procedimento FT-IR, que reconhece uma identidade única para cada molécula2. Os suplementos MAQ e MAQ Sênior são diferenciados por serem compostos por minerais aminoácidos da Albion.

Clique aqui para conferir as tabelas nutricionais de MAQ (que contém Ferrochel11, 12, o ferro quelatado) e MAQ Sênior (que apresenta maiores quantidades de magnésio e vitamina B12)2 e lembre-se: apesar de uma alimentação saudável ser essencial na manutenção da saúde e nutrição, os suplementos que contêm minerais quelatados pode ser coadjuvantes alimentares importantes em vários casos.


Fontes:
1. WHO – World Health Organization. WHO and FAO announce Second International Conference on Nutrition (ICN2). Disponível em: http://www.who.int/nutrition/topics/WHO_FAO_ICN2_videos_hiddenhunger/en/. Acesso em 21 de janeiro de 2019.
2. Navarro, Roberto. Atualização científica.
3. Shenkin A. Micronutrients in health and disease. Postgrad Med J. 2006 Sep;82(971):559-67.
4. Costa MAG, Costa EV. Poluição ambiental: herança para gerações futuras. Santa Maria: Orium; 2004.
5. Monteiro CA, Levy RB, Claro RM, Castro IR, Cannon G. A new classification of foods based on the extent and purpose of their processing. Cad Saude Publica. 2010;26(11):2039-49.
6. Institute of Medicine (US) Subcommittee on Interpretation and Uses of Dietary Reference Intakes; Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary reference intakes; applications in dietary assessment. Washington: National Academies Press; 2000.
7. Shills ME, Olson JA, Shike M, Ross AC. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. 9ª edição. São Paulo: Manole; 2003. p. 239-56.
8. Ashmead, HD. The pathways for absorption of an amino acid chelate. In: Ashmead, HD. Amino Acid Chelation in Human and Animal Nutrition. Boca Raton, Florida: CRC Press, 2012. 117-134
9. Ashmead HD. Amino acid chelation in human and animal nutrition. Boca Raton, Florida: CRC Press; 2012. The pathways for absorption of an amino acid chelate; p. 117-34.
10. Gandia P, Bour D, Maurette JM, et al. A bioavailability study comparing two oral formulations containing zinc (Zn bisglycinate vs. Zn gluconate) after a single administration to twelve healthy female volunteers. Zinc Bioavailability from Zinc Bis-Glycinate. Int J Vitam Nutr Res 2007;77(4):243-8.
11. Szarfarc SC, de Cassana LM, Fujimori E, et al. Relative effectiveness of iron bis-glycinate chelate (Ferrochel) and ferrous sulfate in the control of iron deficiency in pregnant women. Arch Latinoam Nutr. 2001 Mar;51(1 Suppl 1):42-7.
12. Pineda O, et al. Effectiveness of treatment of iron-deficiency anemia in infants and young children with ferrous bis-glycinate chelate. Nutrition. 2001. 17:381–384.